Quando o silêncio vem, penso em você
e nada mais faz sentido.
Lembro do que me permitiu ser
durante aquele beijo tão comprido.
Seus olhos me fizeram ferver
um amor menos contido.
E tão raso foi o riso,
falso tempo que passou...
Dos teus olhos, ainda preciso
descobrir quem sou.
Já esqueci do seu sorriso,
não sei para onde o levou.
Ainda sinto seu coração,
pulsando de encontro ao meu
como uma linda reunião
que ninguém percebeu.
Só não entende minha paixão
porque ainda não me leu...
Lucas Braga
sábado, 28 de março de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
E se um dia eu me for
E se um dia eu me for,
Para longe, até sumir,
Me transforme em poesia
Para sempre te sentir.
Sendo poesia que não sou,
Mas com a vontade de ser,
Já me sei para onde vou:
Onde você possa me ler.
E guardado no seu bolso,
De forma amassada e amorosa,
Serei eu eternamente
Em poesia, quem sabe prosa.
Até o dia que cansar
E não me querer mais.
Basta o papel rasgar
E me deixar para trás...
Lucas Braga
Para longe, até sumir,
Me transforme em poesia
Para sempre te sentir.
Sendo poesia que não sou,
Mas com a vontade de ser,
Já me sei para onde vou:
Onde você possa me ler.
E guardado no seu bolso,
De forma amassada e amorosa,
Serei eu eternamente
Em poesia, quem sabe prosa.
Até o dia que cansar
E não me querer mais.
Basta o papel rasgar
E me deixar para trás...
Lucas Braga
Talvez
Se distancia de mim como se fosse pra valer.
Um grito mudo de insatisfação.
Sou eu tentando me entender,
Te seguindo sem tirar os pés do chão.
Mas você está longe, algumas semanas de distância.
Seria estupidez,
Inocência, ignorância,
Talvez.
E talvez não seja nada, seja apenas eu.
Delirando pelas minhas memórias inacabadas.
De quem pensa e já perdeu
E vive em palavras molhadas.
E o que escorre de cada dia,
De cada momento, de cada vez,
É saudade e poesia,
Talvez.
Lucas Braga
Um grito mudo de insatisfação.
Sou eu tentando me entender,
Te seguindo sem tirar os pés do chão.
Mas você está longe, algumas semanas de distância.
Seria estupidez,
Inocência, ignorância,
Talvez.
E talvez não seja nada, seja apenas eu.
Delirando pelas minhas memórias inacabadas.
De quem pensa e já perdeu
E vive em palavras molhadas.
E o que escorre de cada dia,
De cada momento, de cada vez,
É saudade e poesia,
Talvez.
Lucas Braga
Tempo é tudo o que tenho
Tempo é tudo o que tenho
Até dançar com você.
Quando nossas mãos se encaixam
Eu esqueço de perceber.
Seus pés e os meus,
Seus olhos em mim.
Um convite sem adeus
Com começo mas sem fim.
Na música, balançamos
Como em uma rede em alto mar.
Um lugar do qual chamamos
"Paraíso particular".
Onde a dança se mistura
Com nossos corpos já misturados.
Onde a noite você me jura
Que estamos apaixonados.
Lucas Braga
Até dançar com você.
Quando nossas mãos se encaixam
Eu esqueço de perceber.
Seus pés e os meus,
Seus olhos em mim.
Um convite sem adeus
Com começo mas sem fim.
Na música, balançamos
Como em uma rede em alto mar.
Um lugar do qual chamamos
"Paraíso particular".
Onde a dança se mistura
Com nossos corpos já misturados.
Onde a noite você me jura
Que estamos apaixonados.
Lucas Braga
Se busque
Arde em sintonia com o desejo,
Doce como a boca do seu beijo.
Sua voz me encanta os olhos
E seus olhos enxergam o que eu vejo.
A sutileza do vento a beijou
E sua pele se levantou.
A vontade foi do momento
Em que esqueci quem sou.
E foi-se embora num ato,
Sem deixar para trás seu sapato,
Sem esquecer suas palavras
Pelo nosso quarto.
Mas vive me lembrando
De quem estou falando.
Volte e se busque
Antes que acabe ficando.
Lucas Braga
Doce como a boca do seu beijo.
Sua voz me encanta os olhos
E seus olhos enxergam o que eu vejo.
A sutileza do vento a beijou
E sua pele se levantou.
A vontade foi do momento
Em que esqueci quem sou.
E foi-se embora num ato,
Sem deixar para trás seu sapato,
Sem esquecer suas palavras
Pelo nosso quarto.
Mas vive me lembrando
De quem estou falando.
Volte e se busque
Antes que acabe ficando.
Lucas Braga
Saudade
Do sono à realidade,
Impactante é o susto.
Perceber que a saudade
Sempre tem um custo.
E some e aparece;
Divide a dor em dois.
Na noite, meu corpo esquece.
Me prepara para o depois.
E já não entende mais,
desacostuma a entender.
Desperta sem saber o que faz,
Desperta sem saber o por quê.
Dúvida que corrói o ponteiro,
Deixando o relógio sem direção.
O tempo é passageiro,
Mas a saudade não.
Lucas Braga
Impactante é o susto.
Perceber que a saudade
Sempre tem um custo.
E some e aparece;
Divide a dor em dois.
Na noite, meu corpo esquece.
Me prepara para o depois.
E já não entende mais,
desacostuma a entender.
Desperta sem saber o que faz,
Desperta sem saber o por quê.
Dúvida que corrói o ponteiro,
Deixando o relógio sem direção.
O tempo é passageiro,
Mas a saudade não.
Lucas Braga
Você Poesia
A poesia se tornou você
Ou você se tornou poesia?
A vontade de escrever
Transborda durante o dia.
E já não sei mais como é
Ou como teria que ser.
Algumas palavras, como quiser;
Já é motivo para sobreviver.
Me faça rir com cada linha,
Cada rima, cada ponto.
Você podia ser minha
Mas isso, depois eu conto...
Lucas Braga
Ou você se tornou poesia?
A vontade de escrever
Transborda durante o dia.
E já não sei mais como é
Ou como teria que ser.
Algumas palavras, como quiser;
Já é motivo para sobreviver.
Me faça rir com cada linha,
Cada rima, cada ponto.
Você podia ser minha
Mas isso, depois eu conto...
Lucas Braga
Sem saber
Sem querer me fui
Sem saber para onde ir.
Na correnteza, meu corpo flui;
Meu amor, à partir.
Sem querer, fui feliz,
Não te busquei, nem tentei.
Não soube o que eu quis,
Mas quando soube, te falei.
Lucas Braga
Sem saber para onde ir.
Na correnteza, meu corpo flui;
Meu amor, à partir.
Sem querer, fui feliz,
Não te busquei, nem tentei.
Não soube o que eu quis,
Mas quando soube, te falei.
Lucas Braga
Sua sensação
Te acordo com um bom dia
Vejo o Sol em sintonia com você.
Recitando poesia
Ou outro sentimento para descrever.
E o seu jeito, suas manias
Que me intrigam desde manhã,
Fazem da chuva, alegria
Me tornando seu fã.
Espero sempre pelo encontro,
Espero pelo beijo do passado.
Seu olhar sempre pronto
Para me deixar anestesiado.
E te espero acordar, então.
Espero meu dia levantar.
Você me dá a sensação
De que o tempo pode parar.
Lucas Braga
Vejo o Sol em sintonia com você.
Recitando poesia
Ou outro sentimento para descrever.
E o seu jeito, suas manias
Que me intrigam desde manhã,
Fazem da chuva, alegria
Me tornando seu fã.
Espero sempre pelo encontro,
Espero pelo beijo do passado.
Seu olhar sempre pronto
Para me deixar anestesiado.
E te espero acordar, então.
Espero meu dia levantar.
Você me dá a sensação
De que o tempo pode parar.
Lucas Braga
Seu mistério
É lindo o seu mistério:
Cada sorriso, cada olhar;
Atributos que me tiram do sério
E me fazem viajar.
As palavras que me tocam,
Que escorrem pela nossa boca.
Meus olhos quando te focam,
O frio que te deixa rouca.
A noite sempre acompanhando
Nossos copos sempre cheios.
A Lua te ilumina, eu te observando.
Entre nós, não existe o meio.
Tentar te desvendar é sempre mais,
Sua voz me desafiando.
Adoro quando você faz,
Adoro ficar te olhando.
Lucas Braga
Cada sorriso, cada olhar;
Atributos que me tiram do sério
E me fazem viajar.
As palavras que me tocam,
Que escorrem pela nossa boca.
Meus olhos quando te focam,
O frio que te deixa rouca.
A noite sempre acompanhando
Nossos copos sempre cheios.
A Lua te ilumina, eu te observando.
Entre nós, não existe o meio.
Tentar te desvendar é sempre mais,
Sua voz me desafiando.
Adoro quando você faz,
Adoro ficar te olhando.
Lucas Braga
Você
E chega a madrugada,
Do cansaço, da cama fria.
Deita a alma cansada
Sonhando poesia.
E quando falo com você,
Me aquece o sorriso.
E a vontade de escrever
É tudo de que preciso.
E um abraço, um calor,
Aquela coisa prometida.
Aquela mordida, aquele sabor,
No pescoço, aquela ferida.
Da boca, a vontade
Que não me deixa dormir.
A madrugada, eternidade;
A boca, sempre a sorrir.
Lucas Braga
Do cansaço, da cama fria.
Deita a alma cansada
Sonhando poesia.
E quando falo com você,
Me aquece o sorriso.
E a vontade de escrever
É tudo de que preciso.
E um abraço, um calor,
Aquela coisa prometida.
Aquela mordida, aquele sabor,
No pescoço, aquela ferida.
Da boca, a vontade
Que não me deixa dormir.
A madrugada, eternidade;
A boca, sempre a sorrir.
Lucas Braga
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Se debruça em mim
Se debruça em mim
e me impede de viver.
Peso sem fim
que me lembra você.
Arrasta meus pés pelo chão,
me arrasta pela casa inteira.
Me prova em solidão
de segunda à sexta-feira.
E não larga, e não me impede.
O que há de fazer?
Você só me dá sede
sem ter nada para beber.
Da noite ao clarear do dia,
sinto ainda o que não vejo.
Antigamente você sorria,
hoje em dia, nem um beijo.
Lucas Braga
e me impede de viver.
Peso sem fim
que me lembra você.
Arrasta meus pés pelo chão,
me arrasta pela casa inteira.
Me prova em solidão
de segunda à sexta-feira.
E não larga, e não me impede.
O que há de fazer?
Você só me dá sede
sem ter nada para beber.
Da noite ao clarear do dia,
sinto ainda o que não vejo.
Antigamente você sorria,
hoje em dia, nem um beijo.
Lucas Braga
Pulsa
Pulsa o sentimento involuntário
Abrindo espaço para o desejo.
Desprazer diário,
Vontade daquele beijo.
E sofrido passa o dia,
Passa a noite ociosa.
Cada vez mais poesia,
Pensamentos virando prosa.
E que castigo me dei,
Sem saber do que se tratava.
Se soubesse o que hoje sei
Não pensaria tanto no que pensava.
E de pulso em pulso,
De poema em poema,
Cada sentimento avulso
Virando roteiro de cinema.
Lucas Braga
Abrindo espaço para o desejo.
Desprazer diário,
Vontade daquele beijo.
E sofrido passa o dia,
Passa a noite ociosa.
Cada vez mais poesia,
Pensamentos virando prosa.
E que castigo me dei,
Sem saber do que se tratava.
Se soubesse o que hoje sei
Não pensaria tanto no que pensava.
E de pulso em pulso,
De poema em poema,
Cada sentimento avulso
Virando roteiro de cinema.
Lucas Braga
segunda-feira, 26 de maio de 2014
E foi levado pelo vento
... e foi levado pelo vento.
Do início de tudo...
... em meio ao momento...
ao final mudo...
... e foi levado pela vento.
Autor: Lucas Braga
Do início de tudo...
... em meio ao momento...
ao final mudo...
... e foi levado pela vento.
Autor: Lucas Braga
Inconstância segura
E flui na inconstância segura
de um rio de ideias,
pelas ondas turvas de sua memória,
uma vontade à certa altura.
Navegando em meio às loucuras,
lhe convém o direito de ser
o autor das amarguras
e de outro desejo de viver.
Brisam os cabelos pelo ar,
e o rápido sopro pelo rosto,
gelado e fértil
na necessidade de amar.
E flui pelo rindo abaixo,
rio da inconstância segura
de alguém que se não acho,
se procura.
de um rio de ideias,
pelas ondas turvas de sua memória,
uma vontade à certa altura.
Navegando em meio às loucuras,
lhe convém o direito de ser
o autor das amarguras
e de outro desejo de viver.
Brisam os cabelos pelo ar,
e o rápido sopro pelo rosto,
gelado e fértil
na necessidade de amar.
E flui pelo rindo abaixo,
rio da inconstância segura
de alguém que se não acho,
se procura.
Autor: Lucas Braga
terça-feira, 6 de maio de 2014
Universo verso
O meu querer é inverso
da sua ilusão,
do corpo de cada verso,
de cada verso do meu refrão.
da sua ilusão,
do corpo de cada verso,
de cada verso do meu refrão.
E ao longo do adverso,
da união de cada linha,
universo
da união de cada linha,
universo
você sozinha.
Mas se lê meus versos
e escuta minha fala,
com você, com verso,
e cada linha se cala.
e escuta minha fala,
com você, com verso,
e cada linha se cala.
Se perder meu universo,
releia.
Reverso
de alma cheia.
releia.
Reverso
de alma cheia.
Autor: Lucas Braga
sábado, 19 de abril de 2014
Flui
Flui na indecisão constante
o pensamento leigo de um qualquer.
Pesado como um elefante,
mas suave como uma mulher.
Flui de forma indolor
como o vento pelo jardim
acariciando cada flor
ou seus cabelos sem fim.
Me permita fluir em você,
nessa imensidão apertada,
onde a vontade de viver
demora mais do que a madrugada.
E fluiu.
o pensamento leigo de um qualquer.
Pesado como um elefante,
mas suave como uma mulher.
Flui de forma indolor
como o vento pelo jardim
acariciando cada flor
ou seus cabelos sem fim.
Me permita fluir em você,
nessa imensidão apertada,
onde a vontade de viver
demora mais do que a madrugada.
E fluiu.
Autor: Lucas Braga
Sem Título III
Mergulhou no coração alheio e esqueceu de respirar.
Morreu apeixonado.
Autor: Lucas Braga
Morreu apeixonado.
Autor: Lucas Braga
sexta-feira, 18 de abril de 2014
No dia, na noite escura
No dia, na noite escura,
o sono que nunca dura.
A alma não descansa
vida breve sem cura.
Na chuva daquele dia,
nos ventos da manhã fria,
A sombra, sem esperança,
se aquece na rua vazia.
No quarto, janela fechada,
observa tudo e não faz nada,
lembra de sua infância
pairando pela madrugada.
Tenta compreender o incerto,
tendo sua sombra sempre por perto.
Na falta de ignorância
de seu ego mais esperto.
Autor: Lucas Braga
o sono que nunca dura.
A alma não descansa
vida breve sem cura.
Na chuva daquele dia,
nos ventos da manhã fria,
A sombra, sem esperança,
se aquece na rua vazia.
No quarto, janela fechada,
observa tudo e não faz nada,
lembra de sua infância
pairando pela madrugada.
Tenta compreender o incerto,
tendo sua sombra sempre por perto.
Na falta de ignorância
de seu ego mais esperto.
Autor: Lucas Braga
No frio
Você me faz falta no frio,
falta de mais um arrepio.
Falsa sensação de calor
e é por isso que sorrio.
Falta de mais um edredom,
falta daquele seu beijo bom.
Aquelas conversas, aquele amor,
aqueles sorrisos, aquele som.
E quando chove, já não sei mais
se é problema da chuva ou falta de paz.
Seu perfume me tonteia o mundo,
coisa que sua lembrança me traz.
E nesse frio que não se cala,
que treme tudo, que a junta estala,
um sentimento bem profundo
não me impede de lembrá-la.
Autor: Lucas Braga
falta de mais um arrepio.
Falsa sensação de calor
e é por isso que sorrio.
Falta de mais um edredom,
falta daquele seu beijo bom.
Aquelas conversas, aquele amor,
aqueles sorrisos, aquele som.
E quando chove, já não sei mais
se é problema da chuva ou falta de paz.
Seu perfume me tonteia o mundo,
coisa que sua lembrança me traz.
E nesse frio que não se cala,
que treme tudo, que a junta estala,
um sentimento bem profundo
não me impede de lembrá-la.
Autor: Lucas Braga
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