É lindo o seu mistério:
Cada sorriso, cada olhar;
Atributos que me tiram do sério
E me fazem viajar.
As palavras que me tocam,
Que escorrem pela nossa boca.
Meus olhos quando te focam,
O frio que te deixa rouca.
A noite sempre acompanhando
Nossos copos sempre cheios.
A Lua te ilumina, eu te observando.
Entre nós, não existe o meio.
Tentar te desvendar é sempre mais,
Sua voz me desafiando.
Adoro quando você faz,
Adoro ficar te olhando.
Lucas Braga
quarta-feira, 25 de março de 2015
Você
E chega a madrugada,
Do cansaço, da cama fria.
Deita a alma cansada
Sonhando poesia.
E quando falo com você,
Me aquece o sorriso.
E a vontade de escrever
É tudo de que preciso.
E um abraço, um calor,
Aquela coisa prometida.
Aquela mordida, aquele sabor,
No pescoço, aquela ferida.
Da boca, a vontade
Que não me deixa dormir.
A madrugada, eternidade;
A boca, sempre a sorrir.
Lucas Braga
Do cansaço, da cama fria.
Deita a alma cansada
Sonhando poesia.
E quando falo com você,
Me aquece o sorriso.
E a vontade de escrever
É tudo de que preciso.
E um abraço, um calor,
Aquela coisa prometida.
Aquela mordida, aquele sabor,
No pescoço, aquela ferida.
Da boca, a vontade
Que não me deixa dormir.
A madrugada, eternidade;
A boca, sempre a sorrir.
Lucas Braga
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Se debruça em mim
Se debruça em mim
e me impede de viver.
Peso sem fim
que me lembra você.
Arrasta meus pés pelo chão,
me arrasta pela casa inteira.
Me prova em solidão
de segunda à sexta-feira.
E não larga, e não me impede.
O que há de fazer?
Você só me dá sede
sem ter nada para beber.
Da noite ao clarear do dia,
sinto ainda o que não vejo.
Antigamente você sorria,
hoje em dia, nem um beijo.
Lucas Braga
e me impede de viver.
Peso sem fim
que me lembra você.
Arrasta meus pés pelo chão,
me arrasta pela casa inteira.
Me prova em solidão
de segunda à sexta-feira.
E não larga, e não me impede.
O que há de fazer?
Você só me dá sede
sem ter nada para beber.
Da noite ao clarear do dia,
sinto ainda o que não vejo.
Antigamente você sorria,
hoje em dia, nem um beijo.
Lucas Braga
Pulsa
Pulsa o sentimento involuntário
Abrindo espaço para o desejo.
Desprazer diário,
Vontade daquele beijo.
E sofrido passa o dia,
Passa a noite ociosa.
Cada vez mais poesia,
Pensamentos virando prosa.
E que castigo me dei,
Sem saber do que se tratava.
Se soubesse o que hoje sei
Não pensaria tanto no que pensava.
E de pulso em pulso,
De poema em poema,
Cada sentimento avulso
Virando roteiro de cinema.
Lucas Braga
Abrindo espaço para o desejo.
Desprazer diário,
Vontade daquele beijo.
E sofrido passa o dia,
Passa a noite ociosa.
Cada vez mais poesia,
Pensamentos virando prosa.
E que castigo me dei,
Sem saber do que se tratava.
Se soubesse o que hoje sei
Não pensaria tanto no que pensava.
E de pulso em pulso,
De poema em poema,
Cada sentimento avulso
Virando roteiro de cinema.
Lucas Braga
segunda-feira, 26 de maio de 2014
E foi levado pelo vento
... e foi levado pelo vento.
Do início de tudo...
... em meio ao momento...
ao final mudo...
... e foi levado pela vento.
Autor: Lucas Braga
Do início de tudo...
... em meio ao momento...
ao final mudo...
... e foi levado pela vento.
Autor: Lucas Braga
Inconstância segura
E flui na inconstância segura
de um rio de ideias,
pelas ondas turvas de sua memória,
uma vontade à certa altura.
Navegando em meio às loucuras,
lhe convém o direito de ser
o autor das amarguras
e de outro desejo de viver.
Brisam os cabelos pelo ar,
e o rápido sopro pelo rosto,
gelado e fértil
na necessidade de amar.
E flui pelo rindo abaixo,
rio da inconstância segura
de alguém que se não acho,
se procura.
de um rio de ideias,
pelas ondas turvas de sua memória,
uma vontade à certa altura.
Navegando em meio às loucuras,
lhe convém o direito de ser
o autor das amarguras
e de outro desejo de viver.
Brisam os cabelos pelo ar,
e o rápido sopro pelo rosto,
gelado e fértil
na necessidade de amar.
E flui pelo rindo abaixo,
rio da inconstância segura
de alguém que se não acho,
se procura.
Autor: Lucas Braga
terça-feira, 6 de maio de 2014
Universo verso
O meu querer é inverso
da sua ilusão,
do corpo de cada verso,
de cada verso do meu refrão.
da sua ilusão,
do corpo de cada verso,
de cada verso do meu refrão.
E ao longo do adverso,
da união de cada linha,
universo
da união de cada linha,
universo
você sozinha.
Mas se lê meus versos
e escuta minha fala,
com você, com verso,
e cada linha se cala.
e escuta minha fala,
com você, com verso,
e cada linha se cala.
Se perder meu universo,
releia.
Reverso
de alma cheia.
releia.
Reverso
de alma cheia.
Autor: Lucas Braga
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