... e foi levado pelo vento.
Do início de tudo...
... em meio ao momento...
ao final mudo...
... e foi levado pela vento.
Autor: Lucas Braga
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Inconstância segura
E flui na inconstância segura
de um rio de ideias,
pelas ondas turvas de sua memória,
uma vontade à certa altura.
Navegando em meio às loucuras,
lhe convém o direito de ser
o autor das amarguras
e de outro desejo de viver.
Brisam os cabelos pelo ar,
e o rápido sopro pelo rosto,
gelado e fértil
na necessidade de amar.
E flui pelo rindo abaixo,
rio da inconstância segura
de alguém que se não acho,
se procura.
de um rio de ideias,
pelas ondas turvas de sua memória,
uma vontade à certa altura.
Navegando em meio às loucuras,
lhe convém o direito de ser
o autor das amarguras
e de outro desejo de viver.
Brisam os cabelos pelo ar,
e o rápido sopro pelo rosto,
gelado e fértil
na necessidade de amar.
E flui pelo rindo abaixo,
rio da inconstância segura
de alguém que se não acho,
se procura.
Autor: Lucas Braga
terça-feira, 6 de maio de 2014
Universo verso
O meu querer é inverso
da sua ilusão,
do corpo de cada verso,
de cada verso do meu refrão.
da sua ilusão,
do corpo de cada verso,
de cada verso do meu refrão.
E ao longo do adverso,
da união de cada linha,
universo
da união de cada linha,
universo
você sozinha.
Mas se lê meus versos
e escuta minha fala,
com você, com verso,
e cada linha se cala.
e escuta minha fala,
com você, com verso,
e cada linha se cala.
Se perder meu universo,
releia.
Reverso
de alma cheia.
releia.
Reverso
de alma cheia.
Autor: Lucas Braga
sábado, 19 de abril de 2014
Flui
Flui na indecisão constante
o pensamento leigo de um qualquer.
Pesado como um elefante,
mas suave como uma mulher.
Flui de forma indolor
como o vento pelo jardim
acariciando cada flor
ou seus cabelos sem fim.
Me permita fluir em você,
nessa imensidão apertada,
onde a vontade de viver
demora mais do que a madrugada.
E fluiu.
o pensamento leigo de um qualquer.
Pesado como um elefante,
mas suave como uma mulher.
Flui de forma indolor
como o vento pelo jardim
acariciando cada flor
ou seus cabelos sem fim.
Me permita fluir em você,
nessa imensidão apertada,
onde a vontade de viver
demora mais do que a madrugada.
E fluiu.
Autor: Lucas Braga
Sem Título III
Mergulhou no coração alheio e esqueceu de respirar.
Morreu apeixonado.
Autor: Lucas Braga
Morreu apeixonado.
Autor: Lucas Braga
sexta-feira, 18 de abril de 2014
No dia, na noite escura
No dia, na noite escura,
o sono que nunca dura.
A alma não descansa
vida breve sem cura.
Na chuva daquele dia,
nos ventos da manhã fria,
A sombra, sem esperança,
se aquece na rua vazia.
No quarto, janela fechada,
observa tudo e não faz nada,
lembra de sua infância
pairando pela madrugada.
Tenta compreender o incerto,
tendo sua sombra sempre por perto.
Na falta de ignorância
de seu ego mais esperto.
Autor: Lucas Braga
o sono que nunca dura.
A alma não descansa
vida breve sem cura.
Na chuva daquele dia,
nos ventos da manhã fria,
A sombra, sem esperança,
se aquece na rua vazia.
No quarto, janela fechada,
observa tudo e não faz nada,
lembra de sua infância
pairando pela madrugada.
Tenta compreender o incerto,
tendo sua sombra sempre por perto.
Na falta de ignorância
de seu ego mais esperto.
Autor: Lucas Braga
No frio
Você me faz falta no frio,
falta de mais um arrepio.
Falsa sensação de calor
e é por isso que sorrio.
Falta de mais um edredom,
falta daquele seu beijo bom.
Aquelas conversas, aquele amor,
aqueles sorrisos, aquele som.
E quando chove, já não sei mais
se é problema da chuva ou falta de paz.
Seu perfume me tonteia o mundo,
coisa que sua lembrança me traz.
E nesse frio que não se cala,
que treme tudo, que a junta estala,
um sentimento bem profundo
não me impede de lembrá-la.
Autor: Lucas Braga
falta de mais um arrepio.
Falsa sensação de calor
e é por isso que sorrio.
Falta de mais um edredom,
falta daquele seu beijo bom.
Aquelas conversas, aquele amor,
aqueles sorrisos, aquele som.
E quando chove, já não sei mais
se é problema da chuva ou falta de paz.
Seu perfume me tonteia o mundo,
coisa que sua lembrança me traz.
E nesse frio que não se cala,
que treme tudo, que a junta estala,
um sentimento bem profundo
não me impede de lembrá-la.
Autor: Lucas Braga
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