Sem querer me fui
Sem saber para onde ir.
Na correnteza, meu corpo flui;
Meu amor, à partir.
Sem querer, fui feliz,
Não te busquei, nem tentei.
Não soube o que eu quis,
Mas quando soube, te falei.
Lucas Braga
quarta-feira, 25 de março de 2015
Sua sensação
Te acordo com um bom dia
Vejo o Sol em sintonia com você.
Recitando poesia
Ou outro sentimento para descrever.
E o seu jeito, suas manias
Que me intrigam desde manhã,
Fazem da chuva, alegria
Me tornando seu fã.
Espero sempre pelo encontro,
Espero pelo beijo do passado.
Seu olhar sempre pronto
Para me deixar anestesiado.
E te espero acordar, então.
Espero meu dia levantar.
Você me dá a sensação
De que o tempo pode parar.
Lucas Braga
Vejo o Sol em sintonia com você.
Recitando poesia
Ou outro sentimento para descrever.
E o seu jeito, suas manias
Que me intrigam desde manhã,
Fazem da chuva, alegria
Me tornando seu fã.
Espero sempre pelo encontro,
Espero pelo beijo do passado.
Seu olhar sempre pronto
Para me deixar anestesiado.
E te espero acordar, então.
Espero meu dia levantar.
Você me dá a sensação
De que o tempo pode parar.
Lucas Braga
Seu mistério
É lindo o seu mistério:
Cada sorriso, cada olhar;
Atributos que me tiram do sério
E me fazem viajar.
As palavras que me tocam,
Que escorrem pela nossa boca.
Meus olhos quando te focam,
O frio que te deixa rouca.
A noite sempre acompanhando
Nossos copos sempre cheios.
A Lua te ilumina, eu te observando.
Entre nós, não existe o meio.
Tentar te desvendar é sempre mais,
Sua voz me desafiando.
Adoro quando você faz,
Adoro ficar te olhando.
Lucas Braga
Cada sorriso, cada olhar;
Atributos que me tiram do sério
E me fazem viajar.
As palavras que me tocam,
Que escorrem pela nossa boca.
Meus olhos quando te focam,
O frio que te deixa rouca.
A noite sempre acompanhando
Nossos copos sempre cheios.
A Lua te ilumina, eu te observando.
Entre nós, não existe o meio.
Tentar te desvendar é sempre mais,
Sua voz me desafiando.
Adoro quando você faz,
Adoro ficar te olhando.
Lucas Braga
Você
E chega a madrugada,
Do cansaço, da cama fria.
Deita a alma cansada
Sonhando poesia.
E quando falo com você,
Me aquece o sorriso.
E a vontade de escrever
É tudo de que preciso.
E um abraço, um calor,
Aquela coisa prometida.
Aquela mordida, aquele sabor,
No pescoço, aquela ferida.
Da boca, a vontade
Que não me deixa dormir.
A madrugada, eternidade;
A boca, sempre a sorrir.
Lucas Braga
Do cansaço, da cama fria.
Deita a alma cansada
Sonhando poesia.
E quando falo com você,
Me aquece o sorriso.
E a vontade de escrever
É tudo de que preciso.
E um abraço, um calor,
Aquela coisa prometida.
Aquela mordida, aquele sabor,
No pescoço, aquela ferida.
Da boca, a vontade
Que não me deixa dormir.
A madrugada, eternidade;
A boca, sempre a sorrir.
Lucas Braga
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Se debruça em mim
Se debruça em mim
e me impede de viver.
Peso sem fim
que me lembra você.
Arrasta meus pés pelo chão,
me arrasta pela casa inteira.
Me prova em solidão
de segunda à sexta-feira.
E não larga, e não me impede.
O que há de fazer?
Você só me dá sede
sem ter nada para beber.
Da noite ao clarear do dia,
sinto ainda o que não vejo.
Antigamente você sorria,
hoje em dia, nem um beijo.
Lucas Braga
e me impede de viver.
Peso sem fim
que me lembra você.
Arrasta meus pés pelo chão,
me arrasta pela casa inteira.
Me prova em solidão
de segunda à sexta-feira.
E não larga, e não me impede.
O que há de fazer?
Você só me dá sede
sem ter nada para beber.
Da noite ao clarear do dia,
sinto ainda o que não vejo.
Antigamente você sorria,
hoje em dia, nem um beijo.
Lucas Braga
Pulsa
Pulsa o sentimento involuntário
Abrindo espaço para o desejo.
Desprazer diário,
Vontade daquele beijo.
E sofrido passa o dia,
Passa a noite ociosa.
Cada vez mais poesia,
Pensamentos virando prosa.
E que castigo me dei,
Sem saber do que se tratava.
Se soubesse o que hoje sei
Não pensaria tanto no que pensava.
E de pulso em pulso,
De poema em poema,
Cada sentimento avulso
Virando roteiro de cinema.
Lucas Braga
Abrindo espaço para o desejo.
Desprazer diário,
Vontade daquele beijo.
E sofrido passa o dia,
Passa a noite ociosa.
Cada vez mais poesia,
Pensamentos virando prosa.
E que castigo me dei,
Sem saber do que se tratava.
Se soubesse o que hoje sei
Não pensaria tanto no que pensava.
E de pulso em pulso,
De poema em poema,
Cada sentimento avulso
Virando roteiro de cinema.
Lucas Braga
segunda-feira, 26 de maio de 2014
E foi levado pelo vento
... e foi levado pelo vento.
Do início de tudo...
... em meio ao momento...
ao final mudo...
... e foi levado pela vento.
Autor: Lucas Braga
Do início de tudo...
... em meio ao momento...
ao final mudo...
... e foi levado pela vento.
Autor: Lucas Braga
Assinar:
Comentários (Atom)