Me dá saudade,
me dói o peito,
eternidade.
Minutos que passam
e não podem se atrasar.
Não importa que motivos façam,
de você, só consigo lembrar.
E ainda me dá saudade
de cada momento perfeito,
raridade.
Autor: Lucas Braga
quarta-feira, 30 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Me fui seu
Ontem, me fui seu
durante todo meu tempo.
E me dei em sentimento
depois que ele morreu.
Não há mais diferença
em te ter distante.
Já fui tão tolerante
sem ter sua presença.
Mergulhe em meus poemas,
seja minha amada.
Seu amor de forma calada
evita os meus problemas.
Me tira o que falar,
me evita de escrever.
Se não escrevo, irei morrer,
então o poema irá se acabar.
Autor: Lucas Braga
durante todo meu tempo.
E me dei em sentimento
depois que ele morreu.
Não há mais diferença
em te ter distante.
Já fui tão tolerante
sem ter sua presença.
Mergulhe em meus poemas,
seja minha amada.
Seu amor de forma calada
evita os meus problemas.
Me tira o que falar,
me evita de escrever.
Se não escrevo, irei morrer,
então o poema irá se acabar.
Autor: Lucas Braga
Sem você
A chuva escorre pelo chão
me fazendo frio e solidão.
Como o choro de meus olhos
que molham meu coração.
Sinto um vazio,
uma falta de você, um arrepio.
Me gela, inteira, a espinha,
por causa do seu frio.
E seu amor que me aquecia
se perdeu na noite fria
em que você me deixou.
O bem que você me fazia
se misturou com ironia
de quando você me amou.
Autor: Lucas Braga
domingo, 22 de abril de 2012
Mulher
Cadê minha mulher de areia
que escorre quando a tento pegar?
Fictícia, talvez sereia
que me encanta com o seu cantar.
Me arde os olhos quando me olha,
me seca a boca quando me beija.
Me pesa quando se molha,
me ama ou o que quer que seja.
Se funde com o gosto do sal
e me mergulha em harmonia.
Não se sinta mal
quando a água não estiver mais fria.
Me esquenta com sua voz
enquanto me possuo pelo seu desejo.
Adoro quando estamos à sós,
mas ainda tenho medo do seu beijo.
Autor: Lucas Braga
que escorre quando a tento pegar?
Fictícia, talvez sereia
que me encanta com o seu cantar.
Me arde os olhos quando me olha,
me seca a boca quando me beija.
Me pesa quando se molha,
me ama ou o que quer que seja.
Se funde com o gosto do sal
e me mergulha em harmonia.
Não se sinta mal
quando a água não estiver mais fria.
Me esquenta com sua voz
enquanto me possuo pelo seu desejo.
Adoro quando estamos à sós,
mas ainda tenho medo do seu beijo.
Autor: Lucas Braga
sábado, 21 de abril de 2012
Me passa o tempo devagar
Sinto saudade de sua voz,
de momentos que tínhamos à sós...
De sua amizade, familiares,
das risadas de seus avós.
Seu abraço que me esquentava,
dos beijos que me apaixonava,
das frases que me dizia,
do amor que você me dava...
E que falta me faz viver,
querer me apaixonar e não te ter,
sentir seu perfume no ar
e não encontrar você.
É muito tempo sozinho
sem alguém para me dar carinho.
Espero o amanhã chegar,
mas o tempo passa tão devagarinho...
Autor: Lucas Braga
de momentos que tínhamos à sós...
De sua amizade, familiares,
das risadas de seus avós.
Seu abraço que me esquentava,
dos beijos que me apaixonava,
das frases que me dizia,
do amor que você me dava...
E que falta me faz viver,
querer me apaixonar e não te ter,
sentir seu perfume no ar
e não encontrar você.
É muito tempo sozinho
sem alguém para me dar carinho.
Espero o amanhã chegar,
mas o tempo passa tão devagarinho...
Autor: Lucas Braga
segunda-feira, 16 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Pela ponte
Passo pela ponte todos os dias
e todos os dias eu a vejo.
O mistério de minhas poesias,
a vontade do meu desejo.
Ela, dos olhos sublimes e claros,
me possui com o olhar
quando me encontra em momentos raros
sempre que estou a me aproximar.
Da pele morena e encantadora,
dos cabelos que me encantam com o vento.
Do perfume e da boca sedutora,
a criadora de tal sentimento.
E se me dói a despedida
calada e sem existir,
devo estar com uma ferida
que já não consigo sentir.
Autor: Lucas Braga
e todos os dias eu a vejo.
O mistério de minhas poesias,
a vontade do meu desejo.
Ela, dos olhos sublimes e claros,
me possui com o olhar
quando me encontra em momentos raros
sempre que estou a me aproximar.
Da pele morena e encantadora,
dos cabelos que me encantam com o vento.
Do perfume e da boca sedutora,
a criadora de tal sentimento.
E se me dói a despedida
calada e sem existir,
devo estar com uma ferida
que já não consigo sentir.
Autor: Lucas Braga
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